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segunda-feira, julho 07, 2008

quarta-feira, maio 21, 2008

terça-feira, abril 15, 2008

Inteligência Artificial – Definição, história e questões éticas

O que é?

Será o homem capaz de criar alguma vez uma máquina tão inteligente como ele próprio? Qual a necessidade de tal construção? Somos até hoje o único ser com inteligência à face da Terra, quereremos no futuro partilhar esse domínio com máquinas? Antes de responder a estas e outras questões, vamos antes responder: Afinal, o que é a inteligência artificial? A Inteligência Artificial é por um lado uma ciência, que procura estudar e compreender o fenómeno da inteligência, e por outro um ramo da engenharia, na medida em que procura construir instrumentos para apoiar a inteligência humana. A I.A. é inteligência como computação, tenta simular o pensamento dos peritos e os nossos fenómenos cognitivos. De um modo genérico, a IA é o estudo e a construção de entidades artificiais com capacidades cognitivas semelhantes às dos seres humanos.

Mas estaremos interessados em construir este tipo de entidades (agentes)? Ao longo da vida do homem, este viu-se ameaçado com quatro descontinuidades. 1º a matéria: antes nós éramos o centro no universo, mas Copérnico defendeu que o nosso lugar no cosmos deixou de ser central… 2º a vida: Deixámos de ser uma criatura resultante dum acto de criação especial, segundo a teoria da evolução das espécies de Darwin. 3º não temos total controlo da mente segundo Freud. E agora debatemo-nos com uma possível 4ª descontinuidade: o que nos difere hoje de outros seres é a nossa inteligência, teremos agora de partilhar essa inteligência com as máquinas?


Breve História

(retirado do endereço: http://www.citi.pt/educacao_final/trab_final_inteligencia_artificial/historia_da_ia.html)

Apesar de relativamente recente como Inteligência Artificial, esta ciência é a realização de um sonho do homem que remonta à Antiguidade Clássica. No Renascimento, e com a expansão de um espírito prático e quantitativo, surge a mecânica e, com ela, (e com o aperfeiçoamento do mecanismo do relógio) uma nova concepção do homem. Imprescindíveis para o avanço da I.A. foram os trabalhos dos matemáticos dos séculos XVII a XIX. No séc. XIX, surge a figura de Alan Turing mas só em 1956 é que a Inteligência Artificial começa a ser reconhecida como ciência. Os desenvolvimentos em I.A. avançam lado a lado com a evolução dos computadores que, ao longo do tempo foram fazendo com que se começassem a encarar essas máquinas como inteligentes alterando mesmo o nosso conceito de inteligência e aproximando os conceitos ‘máquina’, tradicionalmente não inteligente da ‘inteligência’, capacidade antes consignada exclusivamente ao homem. No entanto o seu objecto de estudo continua rodeado de uma certa bruma, no sentido em que o homem ainda não possui uma definição suficientemente satisfatória de inteligência e para se compreenderem os processos da inteligência artificial e da representação do conhecimento terão de se dominar os conceitos de inteligência humana e conhecimento. Mas chegará o conhecimento através da manipulação de conceitos complexos ou através da percepção? Devemos então fornecer à máquina uma avalanche de dados, teorias formais de ‘bom senso’, de crenças, de um universo simbólico superior ou, pelo contrário, basear o estudo da cognição no nível inferior da percepção e do controlo motor. A tendência geral foi no sentido de conciliar as duas teorias numa terceira teoria híbrida, segundo a qual a máquina seria capaz de raciocinar utilizando conceitos complexos, e de perceber o seu meio envolvente. Nos últimos anos tem-se dado atenção a alguns dos sectores de pesquisa abandonados no passado, como a representação de redes neuronais e a tradução automática, interesses renovados graças aos enormes progressos a que se tem assistido no domínio das ciências da computação. Assim a história da I.A. é povoada de diferentes paradigmas que se contrapõem, de teorias que se defendem e abandonam, e que são consecutivamente retomadas.

Algumas questões que ocasionam perguntas éticas interessantes (Wikipedia)

  • Determinação da sensitividade de um sistema que criamos;
  • Pode a IA ser definida em um sentido graduado?
  • Liberdades e direitos para esses sistemas;
  • Pode IAs ser “mais inteligentes” que os humanos, da mesma forma que somos “mais inteligentes” que outros animais?
  • Desenhos de sistemas que são muito mais inteligentes que qualquer humano;
  • Decisão do nível de salvaguardas a ser desenhadas nesses sistemas;
  • Visão do nível de capacidade de aprendizado que um sistema necessita para replicar o pensamento humano, ou até que ponto satisfatoriamente ele pode realizar tarefas sem essa replicação. (e.g., sistema de perícia);
  • A Singularidade;
  • Consciencialização subjectiva de emoções em relação a carreiras e empregos. Os problemas podem assemelhar-se a problemas detectados no âmbito do livre comércio.

sábado, abril 05, 2008

DSI (III)

quinta-feira, março 27, 2008

Mais DSI


domingo, março 23, 2008

1ª aula de DSI



Aqui estão as primeiras imagens "trabalhadas" na 1ª semana de aulas da cadeira de DSI (Design de Sistemas Interactivos), embora tudo muito básico, já sinto que aprendi qualquer coisita...