
terça-feira, agosto 18, 2009
sexta-feira, maio 29, 2009
Facto curioso....
http://www.visionofhumanity.org/gpi/results/rankings/2008/
terça-feira, abril 08, 2008
quinta-feira, abril 05, 2007
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Desigualdades
Tive sorte em nascer no ocidente,
tive a sorte de nascer num país onde problemas como a pobreza, fome,
são um problema menor em relação ao continente Africano e grande parte do Asiático.
Sinto-me com sorte de não nascer num país onde existe escravatura, ditaduras, guerra ou tanta miséria como vemos em muitos outros países,
onde a água e a comida não chega,
onde não existe abrigo.
Sei que por cá também existe,
mas não nas dimensões que vemos nesses países,
e duvido que tenha sido por falta de oportunidade...
Estamos em pleno século XXI, e às vezes pergunto a mim mesmo:
- como é possível?
- como é possível haver tanta desigualdade?
Para mim não existe patriotismo, ele existe mas não devia.
A existência de territórios com muito mais poder sobre os outros faz com que o mundo esteja tão desequilibrado,
enquanto uns morrem à fome após alguns meses de vida,
outros tem todo o conforto, condições e oportunidades para seguir uma vida sem problemas...
ou seja,
uns tem oportunidades, outros não!
Defendo um mundo unido, onde exista igualdades,
onde exista o mínimo de requisitos para todo o sere humano nele existente possa ter condições para viver.
É por causa de uns e outros defenderem de tudo o que é bom para o seu país,
onde os mais fortes conseguem tudo,
que os com menos poder, ou sem poder, não conseguem nada…
Uns tem a mais,
outros não tem nada.
Defendo a inexistência de um mapa político.
O planeta inteiro devia ser apenas um "país".
Um país, claro, que tinha de ter as suas regras...
A vida humana é prioridade!
sexta-feira, agosto 18, 2006
O que mais te surpreende na humanidade?
"Os homens... porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer...
...e morrem como se nunca tivessem vivido."
